sábado, 12 de janeiro de 2013

Quase Tudo - Memórias

"Cansamos de ouvir do nosso pai que não se pode confiar no ser humano, que o amor não é eterno, que só podemos contar com nós mesmos, que é necessário ser forte e que a vida não é uma brincadeira", página 18.

"... foi uma fiasco como tudo o que se faz sem acreditar", página 19.

"A paixão faz sofrer, é sombria, trágica, exclui totalmente a felicidade, não é feita para durar e não costuma acabar bem".

"Por mais apaixonadas que sejam, duas pessoas que conversam entre elas - e sobre elas -, bem, uma hora fica difícil", página 88.

"Chega uma hora que é preciso fazer uma escolha entre a paixão e a vida", página 91.

"Sou uma partidária fervorosa de viver com o homem a quem se ama, o que considero das melhores coisas da vida. Mas sempre me senti no direito de fazer as malas quando a felicidade dava sinais de estar acabando. Não vejo nenhuma razão para que a infelicidade deva ser cultivada e mantida", página 143."

"As amizades da noite duram até o dia amanhecer", página 156.

"Quanto piores estão as coisas, mais depressa é preciso voltar a trabalhar", página 160.

"Os colégios ensinam mal, não se deve ensinar uma criança a escrever, mas a pensar, porque quem pensa escreve (citando Henry Louis Mencken, autor de O Livro dos Insultos), página 193.

"Vivendo a dois, é preciso fazer concessões, não estou em fase de fazer nenhuma, e nunca consegui me livrar de meu maior defeito: a falta de paciência", página 217.

"Poucos homens compreendem as mulheres; não sabem que muitas preferem ser desejadas a ser amadas", página 219.

Autora: Danuza Leão.